Na Renascença, entre oficinas de alquimistas e boticários, os perfumes ocupavam um lugar ambíguo: eram ao mesmo tempo cosméticos, remédios e objetos ritualísticos. Produzidos com plantas, resinas e óleos, esses elixires carregavam significados sociais e simbólicos, além de aromas. Este texto explora como funcionavam os “perfumes de feiticeiras” no contexto europeu dos séculos XIV a […]








